quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Menina que Brincava com Fogo chega direto nas locadoras em Março


Millennium 2 - A Menina que Brincava com Fogo chega diretamente em DVD e BLU-RAY dia 14/03 nas locadoras, lançado desta vez pela Vinny Filmes a sequencia do original Sueco "Os Homens que Não Amavam as Mulheres" baseado na série de livros de Stieg Larsson não foi exibido nos cinemas Brasileiros devido a demora no lançamento dos filmes no Brasil, vale lembrar que a versão americana do primeiro filme acaba de estrear nos cinemas, o filme do diretor David Fincher rendeu 5 indicações ao Oscar sendo uma delas de melhor atriz para Rooney Mara (de A Hora do Pesadelo). Alem do lançamento do filme a Vinny Filmes estreia seu novo logo no mês de março.

SOBRE O FILME

Devo dizer que o primeiro é uma boa pedida para quem goste de ação e mistério, enquanto o segundo já tem uma história cheia de suspense, o resto fica em decidir qual o seu gênero preferido.

Lisbeth Salander (Noomi Rapace) é uma hacker antissocial e considerada mentalmente incapaz que acaba de dar um golpe para ficar rica. Mas a súbita riqueza não a livra dos problemas. Após o assassinato de seu tutor e de dois jornalistas, ela é procurada por toda a Suécia por crimes que ela aparentemente cometeu, já que uma pistola foi encontrada com suas digitais numa das cenas do crime. Mas Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist), amigo de Lisbeth, não acredita que ela tenha sido culpada e que se os policiais continuarem no encalço de Lisbeth, eles é que terão de tomar cuidado com ela. A partir daí, ele começa uma investigação sobre o passado de Lisbeth para poder provar sua inocência.
Sabe, Lisbeth Salander é uma antissocial, uma fumante, uma hacker, uma incendiária, uma pessoa extremamente violenta, uma menina que sofreu e ainda sofre dos mais diversos abusos. Não há como não se encantar com a história dela, ainda mais com a ótima atuação de Noomi Rapace.

Mutação é lançado em DVD no Brasil


Boa noticia para os fãs do filme "Mutação". Em Fevereiro a Imagem Filmes lança em DVD pela primeira vez no Brasil o filme estrelado por Mira Sorvino que virou cult nos anos 90. "Mimic" chega ao Brasil com imagem Widescreen 16:9, áudio e legendas em Português, ainda não foram disponibilizadas informações sobre extras mas acredito que terá pois a Imagem esta fazendo um ótimo trabalho com os filmes da Miramax que agora lhe pertencem. Quem quiser garantir o filme na pré venda pode encomendar na nossa loja na Avenida Voluntários da Pátria 595/08 ou através dos nossos contatos virtuais. O DVD do filme dirigido por Guillermo Del Toro será lançado a R$39,90.



Susan Tyler (Mira Sorvino) é uma aplicada entomologista que altera geneticamente um inseto para que este se torne o predador de baratas, as responsáveis por uma terrível epidemia que assola Nova York. A princípio, a experiência é um sucesso. O problema é que, três anos depois, os insetos predadores sofreram algumas mutações que acabaram por transformá-los em monstros.

- Os roteiristas Matt Greenberg e John Sayles não estão creditados no filme, mas constaram em alguns trailers e comerciais do longa.

- Originalmente, foi planejado para ser um curta-metragem de meia hora para uma coletânea da Miramax.
Diretor: Guillermo del Toro
Elenco: Mira Sorvino, Jeremy Northam, Josh Brolin, Charles Dutton, Giancarlo Giannini, F. Murray Abraham
Produção: Bob Weinstein, Ole Bornedal, B.J. Rack
Roteiro: Matthew Robbins, Guillermo del Toro, baseado em conto de Donald A. Wollheim.
Fotografia: Dan Laustsen
Trilha Sonora: Marco Beltrami
Duração: 105 min.
Ano: 1997
País: EUA
Gênero: Terror
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Dimension Films / Miramax Films

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

MENÇÕES HONROSAS

OUTRAS MENÇÕES HONROSAS:

Melhor animação: Rio mas com menção ao injustiçado Happy Feet 2.
Melhor Comédia: Amor a Toda Prova
Melhor Ficção : Planeta dos Macacos - A Origem
Melhor Romance: Waiting For Forever
Melhor Drama: Inquietos
Melhor adaptação de quadrinhos: X-Men Primeira Classe
Melhor Atriz: a injustiçada Kirsten Dunst
Melhor Ator: o Astro do ano Ryan Gosling
Melhor Filme Brasileiro: O Palhaço
Melhor filme espirita: Alem da Vida
Melhor filme Evangélico: Para Salvar uma Vida

Ainda sobram comentários sobre filmes que surpreenderam mas ja não são mais considerados desse ano apesar de ter passado nos cinemas esse ano. Entre eles o surpreendente Cisne Negro que chegou quietinho e impactou o mundo inteiro. O feio, sujo e sensacional Biutiful. O didático Tudo pelo Poder que chegou a pouco aos cinemas e é um dos favoritos ao Oscar provavelmente.O injustiçado Arvore da Vida em que as pessoas tentam entender tudo literalmente ao invés de sentir.

E eu achava que assistiria Cavalo de Guerra ainda esse ano mas fica para a semana que vem...

MELHORES FILMES DE 2011

Agora temos que falar dos melhores também, apesar de 2011 ter sido fraco tivemos gratas surpresas e satisfações durante o ano. Vejam 3 delas:

SUPER 8 - Uma obra prima do cinema atual.De sentar na poltrona e chorar de felicidade por estar assistindo o um filme bom pra caramba. Mas se voce ainda não viu, não espere um suspense, é aventura com A maisculo. A ação é mais pueril e nostálgica do que estamos acostumados hoje.E Lagrimas claro se voce sentir o que eu senti.Ame ou odeie, Super 8 pra mim é o melhor filme de 2011.

http://youtu.be/8oRQ8XrSKUA

MELANCOLIA - Lars Von Trier traz um filme sobre o fim dos tempos sob um ponto de vista bem diferente do costumeiro. Um Kirsten Dunst que conseguiu traduzir perfeitamente a agonia latente e o mal estar em ser um ser humano. Uma obra prima do cinema.

http://youtu.be/jvlc3h8VxPE

MEIA NOITE EM PARIS - Uma declaração de amor ao cinema, Woody Allen bate na tecla da aceitação, devemos aceitar o nosso presente ou fantasiar om o passado? Lindo.Brilhante!

http://youtu.be/99db-nW-nQc

OS PIORES FILMES DE 2011

De uma lista de 15 para não encher o saco escolhi que os 5 piores filmes de 2011 foram nessa ordem:

Lanterna Verde - efeitos fraquíssimos, diálogos clichés e conseguiu ser pior que Capitão America. Foi um erro fazerem esse filme.

http://youtu.be/CaR6KecG0pw



Professora sem Classe - Cameron Diaz não tem mais idade para isso e deveria de ter vergonha por abrir a boca para as falas desse filme.Eu cheguei a sentir vergonha alheia por ela. O filme é nojento...estranho e sem graça.

http://youtu.be/DG3y12tNJMM

Assalto ao Banco Central - um filme que tenta ser tudo e não é nada, a história furada, um diretor que não sabe orquestrar seus bons atores e uma equipe técnica que não soube nem colocar o áudio das falas em sincronia com a boca dos atores, uma dublagem de estúdio pior que curta de universidade.Preciso dizer mais?

http://youtu.be/7pgisplgLCA

A Garota da Capa Vermelha - Garota numa cidade pequena habitada por seres estranhos sendo disputado por dois em meio a muitos perigos ou uma chapeuzinho periguete se preferir. Amanda Seyfried continua fazendo uma bomba aqui, outra ali entre seus bons filmes. Horrível...

http://youtu.be/rr6wiWSrJ48

Se Beber não Case 2 - ou seja o mesmo filme de 2009 só que numa versão Espartalhões. Cruzes

http://youtu.be/BXNYbXbCco8

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sexo Sem Compromisso

E ao contrário do que se poderia esperar de uma atriz vivendo seu ápice de prestígio e fama, não se trata de uma produção alternativa e desafiante, mas uma comédia romântica totalmente comercial onde ela forma casal com o marido da Demi Moore, ou, ainda, Ashton Kutcher. “Sexo Sem Compromisso” (No Strings Atached) é o nome do filme. Achei a escalação dos protagonistas um tanto bizarra. Ashton nunca acertou nada até hoje no cinema. Por que diabos Portman resolveu fazer o tal filme com ele, justamente agora? Seria o roteiro brilhante?

Comédias românticas têm, em geral, um roteiro bem padronizado. Mas de tempos em tempos vem um filme que modifica o lugar comum. Ultimamente, “500 dias com ela” foi o que veio para dar uma chacoalhada, e que chacoalhada, na mesmice. Fica evidente nesse “Sexo Sem Compromisso” uma tentativa de embarcar na onda do sensacional filme de Marc Webb. E, vou dizer, o roteiro tem até méritos, apesar de passar milhas distante da referência. Mas o filme derrapa na curva na forma com que é capitaneado: Ivan Reitman erra a mão do início ao fim na direção.

Ele que na década de 80 dirigiu o clássico “Ghostbusters”, além de “Gêmeos” e ainda acertou nos anos 90 “Um Tira no Jardim de Infância” e “Júnior”, todos filmes divertidos numa onda sem pretensão, parece ter perdido totalmente o jeito pra coisa nos últimos 15 anos. Só bomba. Dessa vez ele desperdiça as boa situações que são propostas pelo roteiro e conduz muito mal seu elenco.

Portman, evidentemente mal dirigida, enfraquece sua mocinha ficando chorosa demais em momentos totalmente equivocados. Por mais absurdo que possa parecer, Kutcher se sai bem melhor que ela vivendo um tipo distante de seu estereótipo. Mas também acaba tendo seu trabalho prejudicado pelo figurino e ambientação errados.

Em suma, todas a boas intenções que poderiam fazer de “Sexo Sem Compromisso” uma agradável diversão para uma tarde chuvosa de domingo ou uma noite de semana depois do trabalho são desperdiçadas deixando o filme simplesmente chatinho. Nada que incomode a degustação de pipoca na cadeira, mas é incapaz de gerar qualquer vontade de rever no DVD ou na TV daqui a um tempo. E isso para uma comédia romântica é fatal! Portman super poderia ter passado sem essa. Sua filmografia agradeceria.

sábado, 5 de março de 2011



Pleasantville (A vida em preto e branco, 1998) é desses filmes que têm um apelo fofuresco, capaz de divertir os mais distraídos, mas que trazem uma reflexão mais apurada, capaz de instigar os mais exigentes.

A imaginária Pleasantville é um seriado de TV da década de 50, embebido nos valores morais e anti-sépticos do sonho americano da época, com suas casas ajardinadas e famílias perfeitas. O antigo seriado é uma das paixões de David (Tobey Maguire), que vê em Pleasantville um mundo sem os conflitos e agressões, típicos da vida partilhanda com a irmã Jennifer (Reese Witherspoon), numa típica família desmembrada da década de 90.

Uma noite, um misterioso técnico de televisão (Don Knotts) percebe o imenso conhecimento de David sobre Pleasantville e oferece aos garotos um controle remoto especial. Ao apertar um botão, David e Jennifer são sugados para dentro da TV, transformados nos filhos em preto-e-branco de George (William H. Macy) e Betty Parker (Joan Allen), a família perfeita do seriado: Bud e Mary Sue.

No mundo "perfeitinho" e preto e branco de Pleasantville, não existe arte, sexo, incertezas, ou chuva. Papai sabe tudo, mamãe empaturra a família de panquecas no café da manhã, o time de basquete nunca perde, e a vida segue um curso inócuo e previsível. Esse é o cenário do primeiro filme do roteirista de Quero Ser Grande, Gary Ross: uma fábula sobre a utopia e a afirmação da individualidade. O filme foi indicado para o Oscar de trilha sonora, figurino e direção de arte.

Enquanto "Bud" tenta convencer a irmã de que eles devem viver de acordo com as regras imutáveis do seriado para não abalar o mundo equilibrado dos personagens, a voluntariosa Jennifer logo coloca sua insatifação a serviço de uma saudável anarquia. Depois de despertar a libido do capitão do time de basquete, a ordem em Pleasantville nunca mais será a mesma. Com a descoberta de prazeres e possibilidades insuspeitadas em seu universo estático, a cidadezinha começa a se tingir com cores vivas, contrastando com a mesmice monocromática e com os defensores da antiga Pleasantville, ressentidos com a destruição de seu acalentadostatus quo.

Os sentimentos edulcorados dão lugar à raiva, paixão, ciúme e insatisfação, que acabam colorindo a cidade com os tons da vida como ela é, em efeitos visuais impressionantes, desenvolvidos especialmente para o filme.

As melhores cenas são protagonizadas por Joan Allen, a reprimida dona-de-casa que descobre tardiamente os prazeres do sexo e se apaixona por Mr. Johnson (Jeff Daniels, o mesmo ator que sai da tela em preto-e-branco de um filme para a vida de Mia Farrow, no maravilhoso A Rosa Púrpura do Cairo, de Woody Allen). Dono da lanchonete onde Bud trabalha, Mr. Johnson percebe sua paixão pela arte e pinta, com todas as cores proibidas pelas autoridades locais, um mural vívido dos sonhos que o conformismo deixou para trás.

Pleasantville aborda os perigos de uma sociedade que repudia a diferença e valoriza a ignorância. Desta forma, o filme faz severa crítica aos “pequenos sentimentos” como a mediocridade, a mesquinhez e a alienação que permeiam o dia-a-dia. E deixa-nos algumas questões a respeito da felicidade humana. O que está em risco quando nos escondermos atrás de nosso conformismo e acomodação? O que nos impede de vivermos novas emoções a cada dia e sairmos do habitual? Uma coisa é certa: diante da realidade contemporânea, existe muito mais do que preto e branco. Sendo assim, o colorido que damos às nossas vidas é que determina o caminho para a felicidade e nosso bem-estar social. Mas, para que isso aconteça, é necessário que cada um de nós faça bem sua tarefa diária de imersão neste intenso universo de emoções. Nesse sentido, Pleasantville é uma ode ao hedonismo, à diferença e, sobretudo, à coragem.